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	<title>Blog TV SerrAzul</title>
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	<description>O Blog Oficial da TV SerrAzul</description>
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		<title>“Cristo é sabedoria”</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 15:47:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Cristo é sabedoria” Cristo é a Bem-Aventurança! Moisés subiu a montanha e trouxe as 10 palavras, os 10 mandamentos. Estavam escritos em duas placas de pedra, quer dizer, escritos para sempre. O povo pedira a Moisés que falasse ele com Deus, pois estavam com medo. Jesus sobe a montanha, chama a si seus discípulos. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Cristo é sabedoria”</p>
<p>Cristo é a Bem-Aventurança!<br />
Moisés subiu a montanha e trouxe as 10 palavras, os 10 mandamentos. Estavam escritos em duas placas de pedra, quer dizer, escritos para sempre. O povo pedira a Moisés que falasse ele com Deus, pois estavam com medo. Jesus sobe a montanha, chama a si seus discípulos. Não há problema de medo. Mateus, ao iniciar o discurso da montanha, retoma a gesto de Moisés de subir a montanha e trazer a lei. Jesus traz a nova lei e, como o novo Moisés, inicia o novo povo. O evangelista mostra o núcleo da doutrina de Jesus. É o novo caminho para o povo da nova aliança. As oito bem-aventuranças são o perfil e Jesus. Ele inicia dizendo: Felizes – bem-aventurados. Na verdade, Ele é o primeiro bem-aventurado e feliz. Ele nos ensina o novo caminho. Cristo trouxe de seu Pai o ensinamento que nos oferece. As bem-aventuranças estão em Cristo, no seu modo de ser e agir. Não são conselhos bons, mas Vida. Cada bem-aventurança é raiz de todas as outras. Ele é o pobre de Espírito. Por isso é manso, pacífico, perseguido etc&#8230; Ele foi pobre (não tem onde repousar a cabeça – Mt 8,20), quer dizer, totalmente aberto ao Pai e despojado de tudo. Por isso é manso (sou manso de coração  &#8211; Mt 11,29); é aflito (batismo&#8230; quanto me angustio até que esteja consumado – Lc 12,50); tem fome e sede de justiça (até que se cumpra toda a justiça – Mt 1,15); é misericordioso (sacerdote misericordioso &#8211; Hb 2,17); pacífico (aquele que vem trazer a paz &#8211; Lc 19,42); é perseguido (se perseguiram a mim – Jo 15,20). Ele é a síntese de tudo.<br />
Perfil do cristão feliz<br />
Cada cristão apresenta um aspecto das bem-aventuranças. Vive todas, sob um modo de ser. A pobreza do cristão significa ser empobrecido por Deus. Deus é a única riqueza que nos faz felizes em qualquer situação. Nas dores sabem ter o consolo em Deus. Manso é aquele que sabe estar bem com tudo. O que tem fome e sede de justiça divina, quer o bem de todos. O misericordioso é o que tem o coração do Pai. O puro de coração é o que vê com os olhos de Deus. O promotor da paz vive a paz em si pelo contato com Deus e assim pode implantá-lo no mundo. O perseguido por causa da justiça, por estar unido a Cristo sofre o que Ele sofreu e recebe que recebeu. Todos estes são os loucos para o mundo (1Cor 1,26-31). É o que se constata nas atitudes de Jesus e em suas palavras: pensa diferente do mundo. Com isso surge a oposição. Para o mundo a felicidade é outra coisa: riqueza, poder, despreocupação, injustiça, falta de perdão, agressividade, oposição a Cristo e seus fiéis.<br />
Um projeto de vida<br />
Como vamos realizar em nossa vida essas bem-aventuranças? O primeiro passo é estar unido a Cristo que é a Bem-Aventurança. Nele estão todas as virtudes, pois Ele é a Virtude. Nós aprendemos a fazer bons atos para poder ter a virtude, a bem-aventurança. Os bons atos e o esforço pessoal são necessários. Façamos a comparação. As bem-aventuranças não são bolas com as quais enfeitamos nossa árvore de Natal. Mas elas são frutos que vem da árvore plantada em Cristo. Nós, pela adesão a Cristo, deixamos surgir em nós os frutos e Sua Virtude e Bem-Aventurança. É Cristo que produz fruto em nós e nós cooperamos para que sejam abundantes. Aí vem a prática. A união a Cristo pela Eucaristia é meio de nos unamos a Cristo que é a seiva divina que produz os frutos. Assim podemos ouvir: Exultai e alegrai-vos, pois grande no Céu é vossa recompensa!<br />
Leituras: Sofonias 2,3; 3,12-13; Salmo 145;1Coríntios 1,26-31; Mateus 5,1-12a.<br />
Ficha nº 992 &#8211; Homilia do  4º Domingo do Tempo Comum (30.01.11)</p>
<p>1.    Como Moisés, Jesus sobe a montanha e nos dá a sua sagrada doutrina, condensada nas oito bem-aventuranças. Entendemos que Cristo é a Bem-Aventurança. Aprendeu do Pai e nos transmite como vida para que elas atuem em nós. Podemos contemplar nos Evangelhos como Ele no-las manifesta.</p>
<p>2.    Cada cristão apresenta um aspecto das bem-aventuranças. Vivem todas, sob um modo de ser. Deus faz tudo muito próximo a nós e acessível. Elas se referem a Deus em primeiro lugar e depois às pessoas. Sendo Vida de Deus em nós e nos fazem diferentes – loucos – para o mundo. Por isso a oposição.</p>
<p>3.    Nós realizamos as bem-aventuranças em nós pela união a Cristo que é a Bem-Aventurança e a Virtude. Nele estão todas as virtudes. Vivê-las não é como colocar bolas numa árvore de Natal, mas deixar que a Vida de Cristo em nós possa produzir seus frutos. Nós colaboramos para seu crescimento e abundância.</p>
<p>Horóscopo que dá certo</p>
<p>Muitos acreditam em horóscopo. Jesus também. Por isso diz: quem é do signo de Cristo e vive sob sua estrela, vai ser feliz, tudo vai dar certo porque a felicidade nasce de Cristo que está em nós.<br />
No Monte Sinai Moisés sobe a montanha e traz os 10 mandamentos. No sermão da montanha Jesus sobre o monte, os discípulos achegam e recebem a nova lei, resumidas nas oito bem-aventuranças. Elas traçam o perfil de Jesus. Jesus tem em si essas bem-aventuranças, essas virtudes. É como descrever seu retrato. Ele é a Bem-Aventurança, a Felicidade que vê em seus discípulos também. Por que?<br />
O discípulo que aceita Jesus tem em si a fonte e a raiz das bem-aventuranças. Cada um que está em Jesus tem todas essas bem-aventuranças e virtudes. Cada um tem uma especial que leva a praticar todas as outras bem-aventuranças. Quem é pobre de espírito vai ser manso, pacífico, misericordioso etc&#8230;<br />
Há uma coisa que está errada: as bem-aventuranças e as virtudes nascem de dentro de nós, como o fruto que vem da árvore e não é colocado como bola de Natal. Nossa função é deixar crescer em nós o que está em Cristo.</p>
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		<title>“Continuando o Cristo”</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 15:39:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[899. Forças da união espiritual Em nossas reflexões espirituais chegamos ao belo ponto da união espiritual que é meta da trajetória de todos os filhos de Deus. Que beleza este momento de união! Falar destas realidades é sempre um desafio, pois exige a experiência pessoal. Podemos perguntar: E depois de tanta união, qual é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>899. Forças da união espiritual<br />
Em nossas reflexões espirituais chegamos ao belo ponto da união espiritual que é meta da trajetória de todos os filhos de Deus. Que beleza este momento de união! Falar destas realidades é sempre um desafio, pois exige a experiência pessoal. Podemos perguntar: E depois de tanta união, qual é o resultado para a vida do fiel cristão? A união íntima com Deus em Cristo se torna para cada cristão um modo de vida que cresce sempre mais, pois em Deus somos transformados de glória em glória (2Cor,318). Esta transformação acontece como na Encarnação de Jesus. Como Cristo se uniu totalmente à humanidade e, a humanidade se uniu totalmente a sua Divindade a ponto de serem uma só realidade. A experiência pessoal é a união sempre maior com Cristo. Disto resulta esta união espiritual que atinge o ser da pessoa em sua constituição fundamental. Passa a ser um com Cristo, como Paulo escreve: “Eu vivo, mas não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim. Minha vida presente na carne, eu a vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2,20). É uma união que é vida em Cristo e vida de Cristo em nós, como uma só vida. Por isso, desta união espiritual na qual Deus permanece em nós (Jo 15,1ss), resulta que Cristo, em nós, continua sua Vida e Missão. É um elemento deixado de lado na espiritualidade. A vida cristã é uma continuação da presença de Cristo no mundo. A Ven. Maria Celeste, fundadora da Ordem do Ssmo. Redentor, diz que somos uma viva memória, uma presença viva de Cristo que continua sua presença e missão. Ele continua agindo através de nossa união a Ele. Entendemos, assim, de onde vem a força dos que vivem unidos a Deus. Jesus dizia: “Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas” (Jo 14,12). Jesus permanece em nós e age no mundo.<br />
900. União que transborda<br />
A união a Cristo, não é para um gozo ou prazer pessoal, mas para ser sua viva memória no mundo de sua presença e missão. É extremamente apostólica e missionária, dedicada nos mais diversos campos de ação do amor. Não houve santo que não tenha tido uma atividade muito concreta em favor do Reino de Deus. Uns na vida pastoral, outros nos campos da educação, da saúde, da libertação dos muitos sofrimentos. Vemos S. Vicente de Paulo se fazer escravo para libertar um cristão dos muçulmanos; Vemos S.Bernardo, que embora fosse contemplativo, estava sempre em grandes missões que lhe confiava o Papa. Mesmo os que são contemplativos, como S.Tereza e S. Terezinha transpuseram os muros do mosteiro, sem perder a contemplação, socorreram as necessidades do mundo sustentando com sua oração. Quem não transborda a vida de Cristo, não atingiu a verdadeira Vida.<br />
901. Forças de um Corpo<br />
Não estamos sós em nossa união a Cristo. Somos um corpo no qual os membros se unem também entre si. É maravilhosa a amizade dos santos entre si e a ajuda mútua que fazem. Uns estimulam os outros neste caminho. A Comunhão do Santos une todos os membros do Corpo de Cristo em vista da ação comum da Redenção do mundo e da glorificação de Deus. Paulo ensina: “Todos os membros do corpo tenham igual solicitude uns para com os outros” (1Co 12,25). As pessoas que vivem a união com Deus são as mais úteis à sociedade. O mundo só superará seus grandes problemas na união a Deus em Cristo.</p>
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		<title>“Seguidores da Luz”</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 15:38:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Jesus vem para os necessitados Jesus, não só assumiu uma vida de muita humildade no meio do povo, como começou sua pregação a partir da escuridão, como escreve Isaías: “O povo que andava na escuridão viu uma grande luz; Para os que habitavam nas sombras da morte uma luz resplandeceu” (Is 9,1). Assim Mateus narra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jesus vem para os necessitados<br />
Jesus, não só assumiu uma vida de muita humildade no meio do povo, como começou sua pregação a partir da escuridão, como escreve Isaías: “O povo que andava na escuridão viu uma grande luz; Para os que habitavam nas sombras da morte uma luz resplandeceu” (Is 9,1). Assim Mateus narra o início da pregação de Jesus. Ali era a Galiléia dos pagãos, pois, estando na fronteira, tinha pagãos em seu meio. A extremada caridade de Jesus torna-se luz e vida para o povo que se alegra com Sua presença. Como Jesus vencera o mal na tentação do deserto, o povo que O acolhe é libertado, como escreve o  profeta: “Pois o jugo que oprimia o povo – a carga sobre os ombros, o orgulho dos fiscais – tu os abatestes como na jornada de Madiã” (3). Por isso o salmista pode cantar: “O Senhor é minha luz e salvação” (Sl 26). Ali estavam os mais necessitados de luz e vida. É dali que escolhe os primeiros discípulos para seguí-lo. Eram homens que viviam nas trevas, com sotaque diferente, como aconteceu com Pedro na Paixão de Jesus (Mt 26,73). A experiência do sofrimento é importante para compreender a missão de Jesus e cooperar com Ele. Jesus tem um método de escolher seus discípulos: passou, olhou, chamou. A resposta é imediata: Deixam tudo: pai, redes, serviço, ambiente, família, para seguir esse pregador ambulante. A obra que o Pai entregou ao Filho para realizar é o convite à conversão, porque o Reino de Deus está próximo. Sem mudança radical, não é possível acolher o Reino que se aproxima. Os discípulos são radicais na resposta ao chamado para seguí-lo.<br />
Iluminando com Cristo<br />
O profeta Isaias proclama a transformação das trevas em luz. Com a presença de Jesus, a Galiléia se encheu de luz. Num mundo tenebroso, os discípulos serão luz com Jesus. Para essa grande vitória não será necessário um grandioso exército, mas um punhado de homens iluminados, como na vitória de Gedeão sobre os madianitas com apenas 300 homens (Jz 7,1-25). O discípulo vai ser luz, se morar na casa do Senhor, isto é, na convivência com o Senhor, e saborear sua suavidade e contemplá-lo no seu templo como rezamos no salmo (Sl 26). Eles que se dispuseram ao seguimento total de Cristo, deixando tudo, são capazes de iluminar com Ele como continuadores de sua presença e missão. Não podem ter medo da fragilidade. Os vencedores, na história do povo, foi sempre o resto que permaneceu fiel. Estão unidos à humana fragilidade do Senhor que se fez pequeno e frágil.<br />
Concordes no pensar e agir.<br />
Os discípulos seguem Jesus na unidade, como exorta Paulo: “Exorto a que sejais todos concordes uns com os outros e não admitais divisões entre vós” (1Cor, 1,10). As divisões não atingem a fé, mas acontecendo em situações humanas de pouco valor, acabam destruindo a paz e a caridade. Cuida-se pouco do aspecto humano dos relacionamentos na comunidade. Presenciamos disputas teológicas que no fundo são mais de fundo político que evangélico. Há sempre uma meta a atingir na vida da comunidade iluminada por Jesus com seu Espírito: “Sei que a bondade do Senhor hei de ver na terra dos viventes” (Sl 26). A celebração eucarística deve ser fonte de iluminação e de formação para a unidade e a concórdia, pois só assim será luz e vida para o mundo. Jesus continua passando e chamando ao seguimento. As vocações nascem da opção por Cristo e não por um status,<br />
Leituras.: Isaias 8,23b–9,3; Salmo 26; 1Coríntios 1,10-13.17; Mateus 4,12-23.<br />
Ficha nº 990 &#8211; Homilia do 3º Domingo do Tempo Comum (23.01.11)</p>
<p>1.    Jesus viveu vida humilde e começou sua pregação no mundo da escuridão e do abandono. A Galiléia era mundo de trevas e mistura de paganismo. Sua presença é uma Luz. Jesus, ali, convocou seus discípulos, experientes no sofrimento. Deixaram tudo e O seguiram. Convida à conversão radical.</p>
<p>2.    Os discípulos serão luz com Jesus. Não será necessário um exército, mas um punhado de homens iluminados. O discípulo vai ser Luz a partir da convivencia com o Senhor. Quem vence é sempre o resto fiel frágil que permaneceu fiel.</p>
<p>3.    Todos são exortados à unidade evitando as divisões por motivos secundários e humanos.. A meta é viver a bondade o Senhor. A celebração eucarística deve ser a fonte da unidade para responder ao chamado.</p>
<p>Gente boa de serviço</p>
<p>Quando Jesus começou sua missão a coisa estava feia. Vivia na Galiléia, terra de gente misturada com pagãos. O profeta já dizia que o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz. A luz é Jesus, que se uniu aos mais humilhados e a partir dali, iniciou sua missão. Ali escolheu seus discípulos, gente experiente no sofrimento. Eles vão ser luz para o mundo.<br />
Jesus começa sua pregação com o convite à conversão. Essa tem que ser total. Jesus percorre a Galiléia para iluminar os pequenos povoados.<br />
Ali escolhe seus discípulos. Passou por eles, olhou e chamou. Eles deixaram tudo e o seguiram. Foi um corte duro. Eles são o modelo da conversão. Para seguir Jesus é preciso cortar na raiz. Assim eles serão luz para os povos. Os homens que viviam nas trevas agora são luz. Poucos, mas com radicalidade.<br />
A comunidade é sempre convidada a estar unida e concorde. Temos a mesma fé e ficamos brigando por bobagens, coisas humanas. E, com isso, estragamos a vida da comunidade. Brigamos por política que nunca rende nada para o povo. A Eucaristia deve ser lugar de união e concórdia. Ela nos educa a isso.</p>
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		<title>“Amor como Guia”</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 15:36:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[897.Mística e místicas No contexto das experiências espirituais há muitos tipos do que chamamos de “mística”. Há os místicos das religiões dos quais pouco conhecemos. Às vezes se diz: a mística de tal coisa, como a mística do trabalho, do futebol&#8230; quer dizer, aquela força interna que satisfaz e entusiasma a pessoa pelo que faz. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>897.Mística e místicas<br />
No contexto das experiências espirituais há muitos tipos do que chamamos de “mística”. Há os místicos das religiões dos quais pouco conhecemos. Às vezes se diz: a mística de tal coisa, como a mística do trabalho, do futebol&#8230; quer dizer, aquela força interna que satisfaz e entusiasma a pessoa pelo que faz. Há a mística que se manifesta nos estados psicológicos de determinadas pessoas. Há também aquela provocada por certas drogas. Há também pessoas que, desenvolvendo a capacidade do cérebro têm manifestações que nos parecem estar fora da condição humana normal. Místico acabou designar quem vive fora da realidade ou está possuído por forças compreendidas como espirituais. Podemos fazer a distinção entre mística e misticismo. O misticismo está na manifestação de fenômenos que nos faz ver um estado espiritual que está além do normal das pessoas. Ao se falar da mística cristã e discernir o que ocorre em uma pessoa, basta a pergunta: isso provém da pessoa ou de Deus? Há fenômenos espirituais que acompanham o estado místico. Estes podem se manifestar, por exemplo, em êxtases, em sinais físicos como estigmas (feridas como as de Jesus), em elevação do corpo, em conhecimento de coisas ocultas etc&#8230; É comum se ouvir dizer que a pessoa estava possuída de um espírito bom ou mau. Há pessoas que têm uma força intelectual que move objetos etc&#8230; Ocorrem fenômenos que não são autênticos. Uma das melhores provas é a publicidade. Quem faz muita publicidade não tem fenômeno autêntico. Os verdadeiros místicos ocultam esses fenômenos. Mística é uma ação de Deus na pessoa. Não existe uma mística provocada pela pessoa e ninguém merece mais que o outro. Deus toma posse de quem Ele quer. Esta mística sempre existiu no povo de Deus. Provém de Deus. Para conhecer esta vida tomada por Deus, isto é, mística, temos que ver os resultados coerentes com a presença de Deus.<br />
898. Serei o teu Guia<br />
Para Deus tudo é muito simples. Em Deus não existe complicação; Nós é que complicamos a nós e às estruturas. Deus está presente em todas as pessoas. Todos têm esta experiência de modo ordinário. Quando se torna extraordinário, é porque se tem uma missão específica no Reino de Deus. Conhecendo os grandes místicos notamos que sua vida era guiada por Deus. A Ele se fazem abertos e obedientes. Jesus disse a uma mística: “Eu serei o teu Guia”. Estes são aqueles que fazem as grandes mudanças na Igreja e na sociedade. Muito significou a presença de S. Paulo, S. Francisco, S.Afonso, S.Teresa d’Ávila, B. Teresa de Calcutá, S. Pe. Pio, S. Teresinha e tantos outros. Foram guiados por Deus, diante de Deus por nós e diante de nós por Deus.<br />
899. Guiar pelo Amor.<br />
A união com Deus de modo permanente se torna uma fonte de vida para o mundo. Sendo que a experiência de Deus se dá em forma do Amor que ama, este se faz com que a vida se torne amor em ação. Somos instruídos por este amor. Veja na sua vida: Há tanta coisa que você sabe sobre Deus e não lhe foi ensinada por ninguém. Este Amor se torna mestre interior. Tantos santos de pouca formação e mesmo analfabetos, eram sábios na doutrina. Ele dá a cada um a força necessária que chega ao extremo da doação, até do próprio sangue, como nos mártires de todos os tempos. Ser místico é um dom a serviço.</p>
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		<title>“Eis o Cordeiro de Deus”</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 15:31:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vi e dou testemunho Continuamos dentro da temática da Manifestação do Senhor. Não está dentro do Tempo do Natal, mas no Tempo Comum, para percebermos que a Encarnação do Senhor não é somente um fato histórico do passado, mas está presente na vida pública de Jesus, com seus discípulos. Não lemos Mateus, evangelista do ano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vi e dou testemunho<br />
Continuamos dentro da temática da Manifestação do Senhor. Não está dentro do Tempo do Natal, mas no Tempo Comum, para percebermos que a Encarnação do Senhor não é somente um fato histórico do passado, mas está presente na vida pública de Jesus, com seus discípulos. Não lemos Mateus, evangelista do ano, mas João. Assim, Deus continua se manifestando aos discípulos. Cada aspecto da Manifestação se orienta para uma finalidade. Aos discípulos Jesus é apresentado como o Cordeiro de Deus. Por que este termo usado por João Batista? Eis o Cordeiro! Esta frase está na mesma linha da Manifestação aos Judeus no Batismo: Este é meu Filho amado” (Mt 3,17). O evangelista quer notar que Jesus é  Servo Sofredor imolado, mas glorificado, por isso, o uso da palavra Cordeiro de Deus. João mostra também a divindade de Jesus, quando diz que não o conhecia, não do ponto de vista humano, mas divino, pois ninguém viu Deus. João o conhece pelo testemunho de Deus, na teofania: “Vi o Espírito descer como uma pomba dos céus, e permanecer sobre Ele” (Jo 1,32). A presença do Espírito é permanente, por isso é quem batiza com  Espírito Santo” (33). João completa o testemunho, a partir da manifestação do Espírito: “Eu dou testemunho: ‘Este é o Filho de Deus’” (34). Filho – Servo – Cordeiro, são palavras afins. Sobre o Rei Messiânico estava prometido o Espírito (Is 11,2).  A apresentação aos discípulos indica quem aquele que vem, conduzido pelo Espírito, para anunciar a presença de Deus, o Emanuel. Por outro lado mostra aos discípulos o caminho que também eles deverão seguir guiados pelo Espírito para cooperar na obra de Deus.<br />
Luz das Nações<br />
No livro de Isaias temos quatro cânticos chamados do Servo de Javé. O texto de hoje (49,3.5-6) é o segundo. São textos que anunciam um servidor de Deus que é sofredor e por isso será salvador, não só do povo, mas de todos os povos: “Eu te farei luz das nações, para que minha salvação chegue até aos confins da terra” (v.6). Ele tem a missão de unir, restaurar, reconduzir. O Cordeiro é o Pastor das ovelhas. Foi predestinado para ser servo para Deus. Isto é glória para Deus (5). Sua missão é universal, como fora proposto a Abraão (Gn 12,1-3). O discípulo, iluminado por esta luz que vem também de seu Batismo, torna-se luz para o mundo (Mt 5,14). A fé do discípulo, seguindo a atitude de João, indica sempre a Jesus como o Cordeiro que tira o pecado do mundo. Em Cristo há libertação total. Iniciando novo tempo litúrgico, iniciamos ouvindo as Palavras de João para seguir Jesus com mais coragem e mais audácia. Somos servos no Servo para a glória de Deus.<br />
Venho fazer vossa vontade<br />
Jesus, acolhendo os discípulos ensina como se faz servo como Ele: fazendo a vontade do Pai, como está expresso no salmo 39: “Então eu disse: ‘Eis que venho!’ Sobre mim está escrito no livro: ‘Com prazer faço a vossa vontade, guardo em meu coração vossa lei’” (Sl 39). O sacrifício da vontade é o fundamental do sacrifício e holocausto. O Servo de Javé tem os ouvidos abertos. Isto significa obedecer, isto é ouvir o que Deus quer dizer. Jesus assim o faz: “faço o que lhe agrada” (Jo 8,29). O sacrifício da cruz não está na dor, mas na entrega da vontade ao Pai. É graças a essa vontade que somos santificados” (Hb 10,10).<br />
Leituras: Isaias 49,3.5-6; Salmo 39; 1Coríntios 1,1-3 / João 1,29-34.<br />
Ficha nº 988 &#8211; Homilia  do 2º Domingo do Tempo Comum (16.01.11)</p>
<p>1.    Tempo ainda da Manifestação do Senhor, celebrada no Tempo Comum. João apresenta Jesus aos discípulos como a indicar que a Manifestação continua durante a vida de Jesus. Razão de um contínuo acolhimento. Ele é o Cordeiro que é o Servo que é o Filho Dileto. João reconhece a divindade de Jesus ao dizer que não o conhecia antes, isto é, como Deus, pois vê a teofania: o Espírito permanecer sobre Ele. O discípulo também vai ser guiado pelo Espírito.</p>
<p>2.    Isaías apresenta quatro cânticos do Servo de Javé. Ele é um servidor de Deus, sofredor e por isso salvação para os povos. Tem missão de unir, restaurar, reconduzir. Sua missão é universal, como fora a Abraão. O discípulo também é luz para o mundo. Somos servos no Servo.</p>
<p>3.    Jesus ensina como ser servo: fazendo a vontade do Pai. O Servo tem os ouvidos abertos para ouvir, isto é, obedecer. Ouvir o que Deus quer dizer. Faço o que lhe agrada. O sacrifício da cruz é a entrega na vontade do Pai. Graças a esta somos santificados.</p>
<p>Propaganda é a alma do negócio</p>
<p>João fez uma bela propaganda de Jesus. Os discípulos foram logo atrás de Jesus. Abriu sinal para outro lado. Essa virada não foi só um sinal, mas uma luz de Deus a iluminar o conhecimento de Jesus. João apresenta Jesus como o Cordeiro de Deus. Significa o Servo e o Filho de Deus, o Querido.<br />
No Natal tivemos o tempo da Manifestação. Começando o Tempo Comum, o  discípulo vai conhecer Jesus como o Servo que traz a salvação, e é luz para os povos. João viu o Espírito permanecer sobre Jesus não só de passagem, mas permanente. O discípulo vai seguir Jesus guiado pelo Espírito cooperando na obra de Deus.<br />
Temos ainda esta Luz de Natal que vai iluminar todo o ano. O Servo vai ser Luz para os povos. Quem segue Jesus vai se preocupar não só com sua salvação, mas com todos os povos.<br />
Ser Servo é fazer a vontade do Pai, isto é, ouvir e obedecer. A salvação nos vem pela cruz, não da dor, mas da entrega total que Jesus faz de si, fazendo a vontade do Pai. É aí que nos salva. Fazendo a vontade do Pai, somos também cooperadores com a salvação do mundo.</p>
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		<title>“Na plenitude do amor”</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 15:25:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[894. O Amor que ama Só podemos saber o sabor de uma fruta, quando a comemos. O conhecimento deste prazer não se comunica através de uma descrição. Por mais que queiramos, permanece sempre indizível, isto é, não temos palavras para comunicá-lo. Podemos fazê-lo por símbolos e pela Palavra de Deus, como fizeram os profetas. Refletimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>894. O Amor que ama<br />
Só podemos saber o sabor de uma fruta, quando a comemos. O conhecimento deste prazer não se comunica através de uma descrição. Por mais que queiramos, permanece sempre indizível, isto é, não temos palavras para comunicá-lo. Podemos fazê-lo por símbolos e pela Palavra de Deus, como fizeram os profetas. Refletimos sobre o toque de Deus e sobre nossa união com Deus pela participação de Sua Vida, como ocorreu na Encarnação. Continuando no conhecimento da ação de Deus em nós, aprofundamos um aspecto fantástico que é a maior riqueza de seu relacionamento conosco. Há um passo além daquilo que seja a natureza da vida cristã: a gratuidade de um encontro pessoal no amor. Deus é Amor e se manifesta como amor. Ao percorrermos as Escrituras vamos conhecer um Deus que se adianta para vir ao encontro das pessoas. Deus cria por amor, escolhe um homem e uma mulher, Abraão e Sara, para dar início a um povo, faz as promessas, salva este povo, estabelece as alianças, envia os profetas, envia o Filho que nos dá o Espírito. Parece a narrativa de uma história, mas é um encontro pessoal do Amor que ama e se comunica no amor. Este encontro se faz no mais íntimo e que é narrado através de fatos históricos ou simbólicos. Não há privilegiados e excluídos. Todos passam por estes momentos. Na maioria das vezes ocorre no silêncio, como o sereno da noite. Passamos sem perceber. Outras vezes percebemos, mas não nos damos conta que se trata de um encontro com Deus. Isso se chama mística. Mística é uma palavra mal interpretada que soa fora da realidade. Mística é um encontro com Deus personalizado, no qual Ele toma a iniciativa e se manifesta a nós como Amor. Temos feito uma reflexão continuada sobre espiritualidade e chegamos a este momento que é o coroamento do processo espiritual. O que acontece no momento místico? Para explicar, usamos termos humanos, pois são os únicos que temos.<br />
895. Amor que toma posse<br />
A maior verdade revelada por Jesus foi dizer que Deus é Amor.  É amor gratuito e de entrega. Deus se entrega como Amor e vive em nós seu Amor. É uma linguagem matrimonial. Deus nos ama de tal modo que nos invade com sua bondade. Ele ama como entrega. Ele nos atrai a Si ao se entregar a nós. Nesta união somos tomados por Ele num sentido de posse porque Se fez todo para nós. Como seu amor é imensamente maior que o nosso, Ele nos funde em seu Amor. Isso se dá em cada um de modo diferente, como diferentes somos nós. O que há de igual é a intensidade do Amor de Deus. Quando sei que está acontecendo esta maravilha? Temos alguns sinais, por exemplo: Sentimos uma alegria muito grande, ou uma paz,  ou a sensação se ser amado. É Ele! Pode ser também na dor.<br />
896. Vida com Quem se ama<br />
A maior prova e testemunho que já o conhecemos por experiência está na certeza que Ele existe e me ama. Ele é Alguém ao qual me refiro como o Outro. Quando suas coisas me interessam é sinal que Ele atua em mim. Ir. Maria Celeste, mística redentorista, escreve: “Quando se descobre o Amado, a gente faz tudo para que seja amado e conhecido”. Isso me impressionava em João Paulo II. Mesmo se arrastando ele procurava levar Jesus. Tudo passa a ter sentido a partir de Deus. Não é uma prisão religiosa, mas laços de amor que nos unem. É  que diz Jesus: Quem encontrou um tesouro, vai vende o que tem e compra aquela terra. Procure lembrar daquele encontro. Se houve, não se esquece.</p>
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		<title>“Filhos Amados”</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 15:20:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um caminho com Jesus Encerramos o tempo do Natal com o Batismo do Senhor e iniciamos o Tempo Comum. Este tempo não é chamado  tempo litúrgico forte. Mas sim, fortíssimo porque nos oferece um quadro completo da vida do Senhor, do Batismo a sua Parusia, isto é, a sua Vinda Gloriosa. É o tempo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um caminho com Jesus<br />
Encerramos o tempo do Natal com o Batismo do Senhor e iniciamos o Tempo Comum. Este tempo não é chamado  tempo litúrgico forte. Mas sim, fortíssimo porque nos oferece um quadro completo da vida do Senhor, do Batismo a sua Parusia, isto é, a sua Vinda Gloriosa. É o tempo de crescer pela leitura contínua do evangelho e ser introduzido na vida de Cristo. Os fiéis são reforçados pelos tempos fortes da Páscoa e do Natal. Celebramos o Batismo de Jesus. Esta celebração não é a lembrança de um acontecimento da vida de Jesus. É fundamental para o conhecimento de sua vida e sua missão. No quadro da Manifestação do Senhor, este momento é a revelação do Messias ao povo judeu, dentro de suas esperanças e das promessas de Deus. Por isso diz a João: “Nós devemos cumprir toda a justiça” (Mt 3,15). “Cristo batizado, desenvolve seu programa batismal no Espírito, atuando o desígnio divino, realizando as obras do Pai e as obras do Reino” (Tomaso Frederici). A celebração é um ensinamento para a vida do fiel. Como Cristo, faz em seu batismo seu caminho com Ele, movido pelo Espírito. As palavras da revelação “Este é meu Filho, o Amado, no qual pus todo o meu agrado”, anunciam que Jesus, em todo o tempo de sua obra de anúncio do Reino, está agindo no amor do Pai. É neste caminho que a comunidade andará. Por isso, o batismo para o fiel não é um ato passado, mas atua todo dia.<br />
Luz das nações<br />
A vida pública de Jesus se inicia com o batismo. Esta festa era tão importante para a comunidade que está entre as primeiras festas instituídas. Ela provém do início do século II, no Egito. Há um caminho: João Batista anunciou, Jesus é batizado, vai para o deserto para ser tentado. Está então preparado para sua missão. “Jesus veio para o Rio Jordão, a fim de se encontrar com João e ser batizado por Ele” (Mt 3,13). Trata-se da solene chegada do Ungido de Deus, o Rei, Salvador e Messias. É Sua manifestação. O verbo usado no original grego indica a vinda do rei à província. É o momento importante dando início a uma era nova (F.Zorell), como Sua vinda na glória. Veio no meio do povo, do qual tem a mesma natureza da carne. Ele se coloca entre os pecadores para ser purificado, mas João que batiza, diz que Ele é quem purifica, pois não tem o pecado. João se recusa batizá-lo, por ser Ele maior. Jesus responde: “Deixa como está, porque devemos cumprir toda a justiça” (15). Ele participa da conversão do povo. Mesmo sendo Ele puro, está sempre aberto ao Pai e assim permanece até que chegue à Glória, passando pela morte, à qual associa a si João.<br />
Amado do Pai<br />
Os céus foram abertos, isto é, Ele está em contato com o Pai que lhe confere, pelo Espírito, a unção em Sua missão como Sacerdote, Profeta e Rei. Ele caminhará movido pelo Espírito. “Uma voz que saiu da nuvem disse: ‘Filho, o Bem-Amado, escutai-o!’” (Mc 9,6). No Batismo esta mesma voz é dirigida a nós. O Filho, o amado, não quer dizer filho querido, mas o Dileto. O Filho e o Pai estão em contínuo diálogo de amor terno. O agrado do Pai é ver a obra do Filho realizada por completo. Por isso fala do verdadeiro batismo que Ele tanto deseja, o batismo da Cruz: “Sereis batizados no batismo em que serei batizado” (Mc 10,38). Os amados do Pai realizam a obra que Jesus anuncia em Nazaré (Lc 4,16). Nosso Batismo tem a disposição de Jesus e a predileção do Pai. O Batismo é um ato de cada dia.<br />
Leituras: Isaias 42,1-4.6-7; Salmo 28; Atos 10,34-38; Mateus 3,13-17<br />
Ficha  nº 986 &#8211; Homilia  do Batismo do Senhor (09.01.11)</p>
<p>1.    Com o Batismo de Jesus encerramos o Tempo do Natal e começamos o Tempo comum. É tempo litúrgico fortíssimo pois conduz o fiel ao seguimento de Cristo guiado pela leitura o Evangelho. No Batismo Jesus é revelado, aos judeus, como o Messias que cumpre sua missão, conduzido pelo Espírito no total amor do Pai. Este é o caminho da comunidade.</p>
<p>2.    Batismo de Jesus é festa importante. Sua vinda ao Jordão é como a solene visita d Rei à província. Veio no meio do povo do qual participa, por estar na carne. Coloca-se entre os pecadores. João se recusa batizá-lo, pois Ele é maior. Ele diz: “Que se cumpra toda a justiça, isto é, continua seu caminho até à gloria.</p>
<p>3.    Os céus foram abertos, isto é, Ele está em contato com o Pai que lhe confere a unção. Ele é o Dileto. Continua no eterno diálogo amoroso com o Pai. O agrado do Pai é ver  obra do Filho realizada por completo, por isso deseja o Batismo (morte). Os amados do Pai realizam a obra que Jesus iniciou em Nazaré.</p>
<p>Batismo sem padrinho</p>
<p>Jesus vai ao Jordão para ser batizado por João. Nem mesmo o primo João O conhecia. Conhecia como parente, mas não como o Filho de Deus, pois diz que o reconheceu quando viu o Espírito permanecer sobre.<br />
Nós celebramos o tempo da Manifestação do Senhor. Nela Jesus é revelado aos humildes, aos reis e agora ao povo judeu. Ele começa seu caminho guiado pelo Espírito Santo. Para um fiel batizado, esse é o único caminho para seguir Jesus. Ele é a Luz, pois é o Dileto do Pai. Nele somos todos amados pelo Pai.<br />
O Batismo é um sacramento que nos acompanha cada dia. Não é um ato passado. Jesus não teve padrinho no Batismo porque todo o povo de Deus é testemunha de sua missão e entrega ao Pai.</p>
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		<title>“Participantes de Sua Vida”</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 15:14:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[891. Troca de presentes O toque Divino nos levou a refletir sobre a proximidade que temos de Deus. Ele não está distante, mas muito à mão e sempre nos dá oportunidade como que de tocá-lo, mesmo sabendo que já nos tocou. No tempo do Natal temos uma revelação muito grande de Deus: A Manifestação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>891. Troca de presentes<br />
O toque Divino nos levou a refletir sobre a proximidade que temos de Deus. Ele não está distante, mas muito à mão e sempre nos dá oportunidade como que de tocá-lo, mesmo sabendo que já nos tocou. No tempo do Natal temos uma revelação muito grande de Deus: A Manifestação de seu Filho no Nascimento. A liturgia desse tempo nos faz penetrar neste mistério do toque de Deus em nós. Não é um toque como que exterior que já refletimos, mas somos tocados por Deus em nosso interior. É algo substancial, isto é, coloca nosso ser em comunicação direta com seu Ser. Toca nosso ser como participantes da Vida de Deus. Rezamos na oração da Missa de Natal: “Neste dia em que o céu e a terra trocam presentes, dai-nos participar da divindade de vosso Filho que uniu a Vós nossa humanidade” (Or. Oferendas). Diversas orações traduzem essa verdade que acontece a partir da Encarnação do Filho de Deus. Para nós, fé, religião, vida espiritual consiste em fazer coisas espirituais e mesmo agir na comunidade, viver uma vida correta, rezar, amar. Tudo isso é bom, mas já é resultado. O que é fundamental, como em nossa vida humana, é a vida que passamos a viver a partir do momento que nossa carne, no seio de Maria, se uniu à Divindade do Filho de Deus. É um princípio de vida. Esta união permanece para sempre. Trata-se de uma nova criação: “Mediante vosso Unigênito nos fizestes ser nova criação. Fazer que sejamos encontrados na forma Daquele no qual convosco está nossa substância” . Essa criação, da qual participamos de sua vida, é redentora: “Participantes da Eternidade Daquele que, com sua mortalidade, curou nossa mortalidade”. Troca de presentes é a união da humanidade com a Divindade.<br />
892.Luz que é vida<br />
Esse mistério da Manifestação do Senhor é explicado a partir do símbolo da Luz: Na oração da Noite de Natal, rezamos: “Deus que fizestes resplandecer esta noite santa com a claridade da verdadeira luz” (oração). Deus é Luz . Escreve João: “Eu sou a luz, vim ao mundo” (Jo 2,46); “Nele estava a vida e a vida era a luz dos homens” (Jo 1,4). Assim se revela a nós mesmos em nossa natureza na fé: somos filhos da Luz. Esta luz nos restaura para contemplarmos a glória da imortalidade: “Como Cristo apareceu na substancia de nossa mortalidade, restaurastes-nos com a nova Glória de vossa imortalidade” (Prefácio). Por isso, as trevas fogem da luz, como a iniquidade foge de Deus, para suas obra não sejam descobertas (Jo 3,20). “Quem caminha nas trevas não sabe para onde vai” (Jo, 12,35). Somos luz na Luz.<br />
893. Participantes da Vida<br />
A categoria vida, expressa também nossa participação na Manifestação do Filho de Deus . Pedimos “que Ele nos faça dignos de participar de sua Vida divina”. Deus é Vida. O Filho vive a Vida do Pai. A encarnação do Filho é manifestação da Vida para dar a Vida: “Nele estava a Vida e a Vida era a luz dos homens” (Jo 1,4). Nós entramos nesta comunhão de vida através da fé: “Aquele que crê a tem a vida eterna” (Jo 6,47). Por isso rezamos para que, “instruídos pela sabedoria celeste, participemos da plenitude de sua vida”.  Como com Adão começou a vida na terra. Com a vinda do novo Adão, passamos pela nova criação: “Mediante vosso Unigênito nos fizestes ser a nova criação”. Participando da Luz e da Vida de Deus, participamos também da missão do Filho de ser Luz e Vida. Se realmente assumimos esta Luz e esta Vida, poderemos manifestar ao mundo este Mistério.</p>
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		<title>“Apareceu a Glória do Senhor”</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 15:12:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A luz é para todos A celebração do Natal, melhor dizendo, da Manifestação do Senhor, é mais ampla que a noite de seu nascimento. Os quatro momentos da Manifestação envolvem o Nascimento em Belém, no qual se manifesta em nossa carne aos humildes pastores; Na Epifania é Ele apresentado a todos os povos através dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A luz é para todos<br />
A celebração do Natal, melhor dizendo, da Manifestação do Senhor, é mais ampla que a noite de seu nascimento. Os quatro momentos da Manifestação envolvem o Nascimento em Belém, no qual se manifesta em nossa carne aos humildes pastores; Na Epifania é Ele apresentado a todos os povos através dos Magos; No Batismo é mostrado aos judeus; E, no quarto momento, João Batista O indica aos discípulos que o seguem. O mistério da Manifestação é o grande Mistério Pascal de Cristo, vivido a partir de sua vida na Carne. Na Epifania, festa principal no Oriente Cristão, celebramos a revelação a todos os povos. Paulo nos ensina que as gerações passadas não conheceram este mistério. Agora foi revelado que “os pagãos são admitidos à mesma herança, são membros do mesmo corpo, são associados à mesma promessa em Jesus Cristo” (Ef. 3,6). No Antigo Testamento temos profecias sobre esta verdade. Deus disse a Abraão que nele seriam abençoadas todas as famílias da terra (Gn 12,3). Os profetas, de modo particular Isaías, proclamaram que virão povos de longe para adorar o Senhor (Is 60,6). Essa profecia se concretiza na visita dos Magos a Jesus conforme escreve Mateus. Não podemos ficar lidando só com a figura simpática dos Magos, saber a origem e os nomes, mas irmos ao sentido do Mistério da Manifestação (Epifania) do Senhor. Mateus, escrevendo aos judeus, diz que é “segundo as Escrituras” a aparição da estrela (Nm 24,17) e que Ele é o próprio Messias Rei (Mq 5,2), ao qual se oferecem dons (Is 60,6; Mt 2,11). Jerusalém simboliza a Igreja que apresenta Jesus, a Estrela, a todos os povos. Ela é a servidora, como  Maria que apresenta o Filho.<br />
Virão adorar-vos, Senhor!<br />
Mateus, usa um catecismo muito simples e ao mesmo tempo profundo. É um teólogo catequista. Sua comunidade de judeus convertidos questionava o que se dizia sobre a missão universal de Jesus. Por isso Mateus prova “Conforme as Escrituras”. Mateus tem como referência a Ressurreição de Cristo na qual foi constituído Senhor que atrai todos e é Guia dos povos. Ele é a luz (estrela), a mesma que brilha na Ressurreição. Ressalta a Divindade de Cristo e sua Humanidade, simbolizada nos presentes que oferecem os Magos. O ouro lembra a realeza; o incenso mostra a divindade; e a mirra refere-se ao homem das dores. Cristo é o Homem Deus. Ele é o Deus conosco, Emanuel. Os Magos dizem: “Onde está o Rei dos judeus que acaba de nascer? Nós vimos sua estrela no Oriente e vimos adorar” (Mt 2,2). Eles são testemunhas da fé dos povos em Cristo. Sua “alegria muito grande” (10) é a mesma das mulheres na Ressurreição de Jesus.<br />
A esperteza do mal<br />
Herodes é um símbolo muito forte do mal que ameaça Jesus. O Menino é vítima de sua maldade. Usou de falsidade ao querer usar os bons Magos que eram mais espertos. Ele simboliza o mesmo perseguidor do povo ainda criança no Egito. Esse mal permanece vivo no mundo. Para vencê-lo somos convidados a usar a sabedoria dos Magos, expressa hoje também nas simpáticas expressões populares da fé. De casa em casa, cantando o nascimento de Jesus, semeiam a fé nascida em seus corações de modo popular confirmando o salmo 71: “As nações de toda a terra, hão de adorar-vos, Senhor!”.<br />
Leituras: Isaias 60,1-6; Salmo 71; Efésios 3,2-3a.5-6; Mateus 2,1-12.<br />
Ficha nº 984 &#8211; Homilia da Epifania do Senhor (02.01.11)</p>
<p>1.     A Manifestação do Senhor envolve quatro momentos: Natal, Magos, Batismo e apresentação de João. É o Mistério Pascal visto a partir de sua vinda na carne. Jesus é apresentado, na Epifania, aos pagãos. Este mistério ficou oculto aos antigos, mas já estava presente nas profecias que se concretizam nos Magos.</p>
<p>2.    Os cristãos judeus da comunidade de Mateus não aceitavam que Jesus era para todos os povos. Por isso ele mostra que é de acordo com as Escrituras. Ele é a mesma luz da Ressurreição. Ouro, incenso e mirra, simbolizam o Rei, Deus e o Homem das Dores. A alegria dos Magos é a mesma das mulheres na Ressurreição.</p>
<p>3.    Herodes simboliza o mal que quer destruir o Menino, como fizera o Faraó com o povo judeu (criança ainda) no Egito. A figura dos Magos lembra a esperteza da fé que sabe mostrar outros caminhos. As manifestações populares semeiam a fé no meio do povo, pois as nações de toda a terra hão e adorar o Senhor</p>
<p>Só cara de bobo.</p>
<p>Quem pode ver uma Folia de Reis pode entender como se educava a fé do povo com um jeito bem popular. A festa dos Santos Reis é a celebração da Manifestação de Jesus a todos os povos. S. Paulo disse que os antigos judeus não pensavam que Jesus Messias era para todos os povos.<br />
São Mateus diz que não está inventando, pois as Escrituras ensinavam sobre Jesus. Falavam da Estrela, dos Magos do Oriente, do Nascimento em Belém, de um Rei Messias. Deus disse a Abraão que nele seriam abençoadas todas as famílias da terra (Gn 12,3).<br />
Não podemos pensar só em três simpáticos Reis Magos, mas na salvação a todos. É uma missão nossa anunciar, como fazem as Folias de Reis que semeiam a Palavra de Deus.<br />
Herodes era mau como o Faraó que queria acabar com o povo de Deus. Os Magos foram mais espertos do que Herodes. Jesus continua sendo a luz para todos os povos.</p>
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		<title>“Salve Santa Mãe de Deus”</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 15:09:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[888. Mãe de Deus A celebração de Maria, Mãe de Deus, dentro do tempo do Natal, traz-nos a lembrança de uma festa celebrada na Igreja do Oriente dia 26 de dezembro, a “Visita à Mãe de Deus”. Por isso proclamamos o evangelho da visita dos pastores. Em nosso carinho por Nossa Senhora, repetimos este gesto. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>888. Mãe de Deus<br />
A celebração de Maria, Mãe de Deus, dentro do tempo do Natal, traz-nos a lembrança de uma festa celebrada na Igreja do Oriente dia 26 de dezembro, a “Visita à Mãe de Deus”. Por isso proclamamos o evangelho da visita dos pastores. Em nosso carinho por Nossa Senhora, repetimos este gesto. A festa da Maternidade Divina de Maria tem o sentido de fortalecer nossa fé neste dogma fundamental do Cristianismo: Jesus, Homem-Deus, duas naturezas em uma só Pessoa. O bispo de Alexandria, Nestório, negava a Maternidade Divina de Maria. O Concílio de Éfeso (431), definiu-a como dogma de fé. Nestório afirmava que Maria era mãe só do homem Jesus. Chamar Maria de mãe só do homem Jesus é negar a unidade das duas Naturezas em Cristo. Ela é Mãe d’Aquele que é Homem-Deus e deve ser chamada de Mãe de Deus. Isabel chamou Maria de Mãe do meu Senhor, isto é, Deus. Celebrar esta festa no início do ano civil, é dar as boas vindas ao Deus que se fez Homem para nos conduzir a viver a vida de Deus. Paulo ensina que recebemos o Espírito de seu Filho e que somos filhos de Deus e podemos clamar: Abbá – Papai! A filiação divina nos lembra que em Jesus nos tornamos filhos de Maria, a Mãe de Deus. Ela nos deu o Salvador que é nosso irmão. No caminho espiritual nós resumimos a vida humana e a presença de Deus em nós, em um único caminho. Por isso a espiritualidade assume tudo o que é humano para que possamos viver tudo o que Deus nos oferece. Espiritualidade não se refere só ao Divino, mas assume também a carne.<br />
889. Dai-nos contar com sua proteção<br />
A primeira leitura nos dá a bênção para o ano, como Deus mandara abençoar o povo. Que bênção maior podemos ter, que receber Jesus de Maria? Ela O apresentara aos pastores humildes e pobres. Aprendemos destas palavras a buscar em Maria o Filho que ela nos apresenta. Ela é modelo para um ano novo: contemplar as maravilhas de Deus! Vendo essas maravilhas, nós as interiorizamos e as meditamos em nosso coração. Este é um grande remédio para os males de um ano difícil: Trabalhar com o coração. Em nosso coração está o coração do mundo. É ali que nascem as soluções dos problemas. Depois de refletir o mundo e rezá-lo no coração, somos sábios para encaminhá-lo. O ano novo se inicia com a força do Espírito. Deus tem os olhos voltados para nós. E nos dá a paz. O ano será novo se nos dispusermos a ser fonte de bênção a todos que encontrarmos. Quem nos encontrar, encontre a Paz que é Jesus, a Força que é o Espírito e o amor materno de Maria.<br />
890.Um ano com a Mãe<br />
Há uma espiritualidade que corre o ano, como no coração de Maria ao contemplar o Filho com seus olhos e contemplá-lo com o coração. Deus não só passa por nós, mas solidifica sua passagem por aquilo que conservamos dele. Celebrando Maria, Mãe de Deus, recebamos a bênção. Não cortemos a árvore, Maria. Se assim fizermos, não teremos o Fruto bendito que é Jesus. Acolher Jesus em nossa vida é acolher tudo que lhe era caro, como sua Mãe, sua dedicação ao Pai, sua fidelidade à missão e seu irresistível amor por todos os queridos de Deus, os fracos e pobres. Por isso rezamos a Maria: Rogai por nós pecadores! No fim de um Ano Feliz, pois a felicidade está onde a colocamos, saudamos um Ano Novo, desejando a paz, a fraternidade e a certeza de que o mundo será sempre melhor porque queremos e contamos com a proteção de Maria.</p>
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